O serviço de microblogging Twitter foi hackeado na madrugada desta sexta-feira, 18 de dezembro.
O site www.twitter.com ficou alguns segundos fora do ar quando às 4h em ponto aparece a imagem da bandeira do Irã e a seguinte mensagem do autointitulado "Iranian Cyber Army" (Cyber Exército Iraniano):
"Este site foi hackeado pelo cyberexército iraniano. Os Estados Unidos pensam que controlam e administram o acesso a internet mas não. Nós controlamos e administramos a internet pelo nosso poder, então não estimule o povo iraniano a.......... Agora qual país na lista de embargo? Irã? Estados Unidos? Nós os colocamos na lista de embargo! ;) Tomem Cuidado"
Nem mesmo o endereço status.twitter.com, que é hospedado em um Tumblr e informa as condições da ferramenta, permaneceu no ar, o que sugere um ataque ao DNS do site. A mesma mensagem também está no site www.mowjcamp.org
Sexta-feira, Dezembro 18, 2009
Terça-feira, Dezembro 08, 2009
Quero fazer um filme de amor
Um amor daqueles que de qualquer jeito que fica
Continua amor.
Mas esse amor não pode ser só bonito
Tem que ter um pouco do feio
Tem que ter um tanto de mágoa
Tem que ter uns olhos que só sabem fazer água.
Quero fazer um filme
Sobre um amor sem futuro de vida inteira
Um amor de desandar.
Sobre um amor,
Que na história linda de cinema
Tem que acabar.
Porque acaba assim:
Na cena da separação
Na cena do desencontro
Do telefone que toca tarde demais
Das mil palavras desentendidas.
Mocinha e mocinho
Sofrendo pelo que não acaba,
Pelo que permanece impregnado.
E quem está assistindo
Do mundo de lá
Sabe que o filme é de amor
De amor que continua
Até pra quem não sabe amar.
Continua amor.
Mas esse amor não pode ser só bonito
Tem que ter um pouco do feio
Tem que ter um tanto de mágoa
Tem que ter uns olhos que só sabem fazer água.
Quero fazer um filme
Sobre um amor sem futuro de vida inteira
Um amor de desandar.
Sobre um amor,
Que na história linda de cinema
Tem que acabar.
Porque acaba assim:
Na cena da separação
Na cena do desencontro
Do telefone que toca tarde demais
Das mil palavras desentendidas.
Mocinha e mocinho
Sofrendo pelo que não acaba,
Pelo que permanece impregnado.
E quem está assistindo
Do mundo de lá
Sabe que o filme é de amor
De amor que continua
Até pra quem não sabe amar.
Sexta-feira, Novembro 27, 2009
Terapia em blog
Alguma vez você já pensou em perguntar a alguém que te conhece:
-Qual o problema comigo?
Eu pensei.
Posso me arrepender de ter perguntado... mas quem tiver resposta, escreve aí...
-Qual o problema comigo?
Eu pensei.
Posso me arrepender de ter perguntado... mas quem tiver resposta, escreve aí...
Sábado, Outubro 10, 2009
MILHO VERDE*
À sombra do milho verde
Namorei um rapazinho...
Recolhida e adaptada por: G. Gil, na voz de Gal, Gal, Gal!!
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, milho verde, maçaroca
À sombra do milho verde
Ah, à sombra do milho verde
Ah, namorei uma cachopa
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, milho verde miudinho
À sombra do milho verde
Ah, à sombra do milho verde
Ah, namorei um rapazinho
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, milho verde, folha larga
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, namorei uma casada
Mondadeiras do meu filho
Ah, mondadeiras do meu filho
Ah, mondai o meu milho
Não olhai para o caminho
Ah, não olhai para o caminho
Ah, que a merenda já vem vindo
*Para @ anônim@ que "cantou" ali abaixo e para Cuca que me mostrou o que era a Gal.
Namorei um rapazinho...
Recolhida e adaptada por: G. Gil, na voz de Gal, Gal, Gal!!
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, milho verde, maçaroca
À sombra do milho verde
Ah, à sombra do milho verde
Ah, namorei uma cachopa
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, milho verde miudinho
À sombra do milho verde
Ah, à sombra do milho verde
Ah, namorei um rapazinho
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, milho verde, folha larga
Milho verde, milho verde
Ah, milho verde, milho verde
Ah, namorei uma casada
Mondadeiras do meu filho
Ah, mondadeiras do meu filho
Ah, mondai o meu milho
Não olhai para o caminho
Ah, não olhai para o caminho
Ah, que a merenda já vem vindo
*Para @ anônim@ que "cantou" ali abaixo e para Cuca que me mostrou o que era a Gal.
Quinta-feira, Setembro 17, 2009
COM MEDO, COM PEDRO*
veja aqui:http://www.youtube.com/watch?v=9oE6G1SLGEU
ESCUTE AQUI!!
Eu agora não tô mais com medo, tô com pedro
Eu agora não tô mais com medo, tô com pedro
Eu agora já to mais com pedro do que com medo
Eu agora já to mais com pedro do que com medo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já me joguei no mundo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já pus os pés no fundo
Se você cair não tenha medo
O mundo é fundo
Quem pisar no fundo encontra a porta
Do fim de tudo
Bem junto da porta está são pedro
No fim do fundo, fim do fundo
Findo!
Bem depois do fim de tudo o medo
Do fim do mundo
Bem depois do fim do mundo o medo
Do fim de tudo
Bem depois do fim de tudo o medo
Do fim do mundo
Bem depois do fim do mundo o medo
Do fim de tudo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já me joguei no mundo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já pus os pés no fundo
Se você cair não tenha medo
O mundo é fundo
Quem pisar no fundo encontra a porta
Do fim de tudo
Bem junto da porta está são pedro
No fim do fundo, fim do fundo
Findo!
*Everybody sing and pray now with Gal, Gal, Gal!
** Agradeço a todos que colaboraram comigo nesse longo caminho do aprendizado HTM-élico
ESCUTE AQUI!!
Eu agora não tô mais com medo, tô com pedro
Eu agora não tô mais com medo, tô com pedro
Eu agora já to mais com pedro do que com medo
Eu agora já to mais com pedro do que com medo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já me joguei no mundo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já pus os pés no fundo
Se você cair não tenha medo
O mundo é fundo
Quem pisar no fundo encontra a porta
Do fim de tudo
Bem junto da porta está são pedro
No fim do fundo, fim do fundo
Findo!
Bem depois do fim de tudo o medo
Do fim do mundo
Bem depois do fim do mundo o medo
Do fim de tudo
Bem depois do fim de tudo o medo
Do fim do mundo
Bem depois do fim do mundo o medo
Do fim de tudo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já me joguei no mundo
Deus me livre de ter medo agora
Depois que eu já pus os pés no fundo
Se você cair não tenha medo
O mundo é fundo
Quem pisar no fundo encontra a porta
Do fim de tudo
Bem junto da porta está são pedro
No fim do fundo, fim do fundo
Findo!
*Everybody sing and pray now with Gal, Gal, Gal!
** Agradeço a todos que colaboraram comigo nesse longo caminho do aprendizado HTM-élico
Sexta-feira, Setembro 11, 2009
Classe D supera A e B em alunos da USP
Em 2009, foram 240 calouros a mais com renda até três mínimos e 226 a menos entre os mais ricos
Fábio Mazzitelli
O número de estudantes que entraram na Universidade de São Paulo (USP) provenientes da classe D da população, com renda familiar mensal entre dois e três salários mínimos, superou neste ano a quantidade de calouros originários das classes A e B, com ganhos familiares acima de dez salários mínimos por mês.
Dos 10.557 estudantes aprovados no último vestibular da Fuvest, 1.850 são classe D, ou 17,52% do total. Das classes sociais mais altas, vieram 1.427 alunos, ou 13,52% do total. No ano anterior, o porcentual de famílias de ingressantes com mais de dez mínimos foi de 15,66%, contra 15,25% da classe D. O valor atual do salário mínimo é R$ 465.
As informações constam no relatório divulgado ontem pela pró-reitora de graduação da USP, Selma Garrido Pimenta, no qual é feita uma análise dos resultados do Programa de Inclusão Social da universidade (Inclusp), criado há três anos para reduzir a desigualdade social no perfil dos alunos.
No total, o número de alunos com renda familiar mensal até cinco salários mínimos (R$ 2.325) cresceu de 55,74% para 59,1% dos aprovados em primeira chamada no vestibular de 2009. Foram 355 novos alunos com esse perfil.
O sucesso do Inclusp, na visão da Pró-Reitoria de Graduação da USP, justifica essa mudança de perfil. O programa concede até 12% de bônus na nota para alunos de escolas públicas (veja as escolas estaduais da capital que mais aprovaram em quadro abaixo).
De 2008 para 2009, o número de egressos da rede pública aprovados subiu de 2.706 para 3.146, ou 30,1% do total, sendo que 953 deles só foram aprovados em razão da bonificação. É a maior participação de egressos da rede pública desde a criação do Inclusp - nos anos anteriores, o porcentual de aprovados ficou na casa dos 26%.
“Esses resultados são importantes para que as escolas (públicas) possam trabalhar com seus estudantes e para que os professores possam trabalhar com esses alunos para que se dimensione a importância de se fazer um ensino superior numa universidade. Os estudantes, de modo geral, estão precisando de mais informações para abrir perspectivas de como podem se colocar melhor na sociedade”, diz Selma Pimenta.
A pró-reitora de graduação defende a inclusão social e se apoia em estudos da própria USP para demonstrar que o nível do estudante da universidade se mantém com o programa. “É importante lembrar que os estudantes (egressos de escolas públicas) apresentam desempenho igual ou superior aos demais”, afirma.
Neste ano, o impacto do Inclusp atingiu também alguns dos cursos mais concorridos do vestibular da Fuvest. Entre os que tiveram maiores aumentos porcentuais de alunos oriundos de escolas públicas, de 2008 para 2009, está o curso de Medicina, que pulou de 9,7% para 37,7% de vagas preenchidas por estudantes egressos do sistema público.
Para o professor da Faculdade de Educação da USP, Ocimar Munhoz, a mudança no perfil socioeconômico dos ingressantes na USP promovida pelo Inclusp é positiva. “Aponta que esse pode ser um caminho para que se faça um processo mais justo de ingresso na universidade. As classes A e B são muito menores do que as que aqui estão. No Estado, apenas 15% fazem o ensino médio na rede privada”, diz Ocimar Munhoz.
O Inclusp foi criado como uma maneira de se fazer um modelo mais justo de entrada na universidade sem precisar aderir ao sistema de cotas, adotado por algumas universidades federais.
Fábio Mazzitelli
O número de estudantes que entraram na Universidade de São Paulo (USP) provenientes da classe D da população, com renda familiar mensal entre dois e três salários mínimos, superou neste ano a quantidade de calouros originários das classes A e B, com ganhos familiares acima de dez salários mínimos por mês.
Dos 10.557 estudantes aprovados no último vestibular da Fuvest, 1.850 são classe D, ou 17,52% do total. Das classes sociais mais altas, vieram 1.427 alunos, ou 13,52% do total. No ano anterior, o porcentual de famílias de ingressantes com mais de dez mínimos foi de 15,66%, contra 15,25% da classe D. O valor atual do salário mínimo é R$ 465.
As informações constam no relatório divulgado ontem pela pró-reitora de graduação da USP, Selma Garrido Pimenta, no qual é feita uma análise dos resultados do Programa de Inclusão Social da universidade (Inclusp), criado há três anos para reduzir a desigualdade social no perfil dos alunos.
No total, o número de alunos com renda familiar mensal até cinco salários mínimos (R$ 2.325) cresceu de 55,74% para 59,1% dos aprovados em primeira chamada no vestibular de 2009. Foram 355 novos alunos com esse perfil.
O sucesso do Inclusp, na visão da Pró-Reitoria de Graduação da USP, justifica essa mudança de perfil. O programa concede até 12% de bônus na nota para alunos de escolas públicas (veja as escolas estaduais da capital que mais aprovaram em quadro abaixo).
De 2008 para 2009, o número de egressos da rede pública aprovados subiu de 2.706 para 3.146, ou 30,1% do total, sendo que 953 deles só foram aprovados em razão da bonificação. É a maior participação de egressos da rede pública desde a criação do Inclusp - nos anos anteriores, o porcentual de aprovados ficou na casa dos 26%.
“Esses resultados são importantes para que as escolas (públicas) possam trabalhar com seus estudantes e para que os professores possam trabalhar com esses alunos para que se dimensione a importância de se fazer um ensino superior numa universidade. Os estudantes, de modo geral, estão precisando de mais informações para abrir perspectivas de como podem se colocar melhor na sociedade”, diz Selma Pimenta.
A pró-reitora de graduação defende a inclusão social e se apoia em estudos da própria USP para demonstrar que o nível do estudante da universidade se mantém com o programa. “É importante lembrar que os estudantes (egressos de escolas públicas) apresentam desempenho igual ou superior aos demais”, afirma.
Neste ano, o impacto do Inclusp atingiu também alguns dos cursos mais concorridos do vestibular da Fuvest. Entre os que tiveram maiores aumentos porcentuais de alunos oriundos de escolas públicas, de 2008 para 2009, está o curso de Medicina, que pulou de 9,7% para 37,7% de vagas preenchidas por estudantes egressos do sistema público.
Para o professor da Faculdade de Educação da USP, Ocimar Munhoz, a mudança no perfil socioeconômico dos ingressantes na USP promovida pelo Inclusp é positiva. “Aponta que esse pode ser um caminho para que se faça um processo mais justo de ingresso na universidade. As classes A e B são muito menores do que as que aqui estão. No Estado, apenas 15% fazem o ensino médio na rede privada”, diz Ocimar Munhoz.
O Inclusp foi criado como uma maneira de se fazer um modelo mais justo de entrada na universidade sem precisar aderir ao sistema de cotas, adotado por algumas universidades federais.
Terça-feira, Setembro 01, 2009
Ainda Cuitelinho
E não é que as bonitezas do mundo não têm fim? Nem Cuitelinho acaba como acabou na postagem um pouco mais embaixo. Existe uma última estrofe anonimamente anunciada neste blog... Salve PauloVanzolini! Salve as anônimas e belas notícias!
Eu vou pegá seu retratinho
e colocá numa medaia
Com seu vestidinho branco
e um laço de cambraia
Pendurá-la em meio peito
Onde o coração trabaia aiai
http://www.youtube.com/watch?v=Z_LKTflQrBI
Eu vou pegá seu retratinho
e colocá numa medaia
Com seu vestidinho branco
e um laço de cambraia
Pendurá-la em meio peito
Onde o coração trabaia aiai
http://www.youtube.com/watch?v=Z_LKTflQrBI
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